3 de maio de 2019 Share

Brasil é presença maciça na realização da 46ª Cosalfa que acontece na Colômbia

Todos os Estados Brasileiros envolvidos em pecuária de corte e leite, enviaram representantes à 46ª Reunião Ordinária da Comissão Sul-Americana de Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa), em Cartagena, na Colômbia. O encontro, ao longo desses anos discute a situação da doença na América do Sul. Geralmente participam das reuniões da Comissão de Luta Contra a Febre Aftosa, todos os países do Continente, mais convidados da América Central..

A proposta da 46ª reunião do Cosalfa é analisar a situação atual da aftosa na região dentro do Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), que prevê a tomada de resoluções que deem eficácia à cooperação técnica regional para avançar naqueles territórios não livres da doença, de modo a mitigar os riscos remanescentes de infecção pelo vírus da febre aftosa e assegurar o significativo progresso para a erradicação da doença.

Segundo os participantes, um dos pontos defendidos na reunião, é o plano estratégico do Brasil em busca do status de área livre sem vacinação.

Goiás e Tocantins na Cosalfa. Conselheiro do Fundepec Wagner Miranda, AGCZ,  (e); Uacir Bernardes, Diretor Executivo Fundepec; Alberto Mendes da Rocha, presidente da Agrodefesa do Tocantins; César Halum, Secretário de Agricultura do Tocantins; Alfredo Luiz Correia, Diretor Executivo do Sindileite-Go e conselheiro do Fundepec; Joaquim Guilherme Barbosa de Souza, presidente do Fundepec; Fernando Cordeiro, AGS; Tasso Jayme, SGPA,  e Alcides Augusto da Fonseca, presidente do Sindileite também conselheiros do Fundepec.

Os Estados como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins têm muito interesse no sentido de que os pecuaristas observem bem todos os preceitos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Cosalfa em relação a busca de qualidade sanitária dos rebanhos. Esses Estados tem fronteiras com regiões de grande circulação de bovinos e precisam agir com grande precaução com relação a vigilância sanitária. No caso de Goiás, a esperança é de que até 2021, a região seja declarada área livre de aftosa sem vacinação. Neste ano de 2019, o estado registra um período de 24 anos sem qualquer foco dessa doença.

Imprensa Fundepec Goiás e Governo do Tocantins

Foto: Delfino Miranda / Governo do Tocantins

Entre os temas que serão abordados estão à situação sanitária dos programas nacionais de erradicação da febre aftosa; riscos transfronteiriço do vírus no norte da sub-região Andina; avanços e desafios do programa nacional da febre aftosa na Colômbia, entre outros.

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