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O Fundepec-Goiás

COMO NASCEU O FUNDEPEC-GOIÁS

A primeira ideia de se criar um Fundo Indenizatório no Estado de Goiás para proteger o produtor rural e consequentemente ajudar nas ações de defesa sanitária animal foi concebida por várias lideranças classistas e empresariais no final da década de 80. É um Fundo Indenizatório privado, mantido pelos produtores rurais, através de contribuições espontâneas.

Goiás, antes de 1989, registrava nos rebanhos constantemente focos de doenças infectocontagiosas, sendo a principal e mais grave, a febre aftosa. Os focos foram diminuindo e, a partir de 1995, não aconteceram mais, ou seja, há exatos 19 anos Goiás não registra qualquer foco da   doença. O Fundo é pioneiro no Brasil e serviu de modelo para a implantação de similares em vários estados brasileiros.

No início a entidade funcionou como Fundação de Defesa da Pecuária de Goiás. A primeira diretoria foi empossada no dia 19 de junho de 1989, e estava assim constituída: presidente, Antenor de Amorim Nogueira, representando a Associação Goiana dos Criadores de Zebu; primeiro-vice, Luiz Barreto Correa de Menezes Neto, Goiás Carnes; segundo-vice, Ruy Brasil Cavalcante Júnior, Associação Goiana dos Criadores de Nelore; diretor administrativo, Antônio Flávio de Lima, União Democrática Ruralista; diretor financeiro, Rubens Marianni, Frigorífico Anglo. Conselho Curador, efetivos: Haroldo Rastoldo, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás; Ângelo Rosa Ribeiro, Secretaria de Agricultura; José Magno Pato, Delegacia Federal da Agricultura. Conselho Curador, suplentes: João Bosco Gomes Lousa, Associação dos Laticínios do Brasil Central (hoje Sindileite); Nivaldo Gomes Gerais, Associação dos Confinadores de Goiás, e Leandro Botacin, Frigorífico Planalto.

Por outro lado além desses nomes, fizeram parte do grupo que implantou a Fundação, em fevereiro de 1989, Nilo Margon Vaz, João Issassi Yano, Jales Rodrigues Naves, Manoel Barqueiro e Múcio Borges de Freitas.

Somente a partir de 2 de junho de 1997 que a Fundação se transformou num Fundo Indenizatório Privado, passando a receber contribuições dos produtores rurais. Mas, para isso, teve que se adequar à lei quando passou a contar com a participação de oito entidades mantenedoras, que, de forma mais abrangente, representam produtores e indústrias ligadas ao agronegócio, que são as seguintes:

– AGA – Associação Goiana de Avicultura
– AGS – Associação Goiana de Suinocultores
– AGCZ – Associação Goiana dos Criadores de Zebu
– FAEG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás
– OCB – Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras – GO
– SGPA – Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura
– Sindicarne – Sind. das Ind. de Carnes e Derivados do Estado de Goiás
– Sindileite – Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado de Goiás

POR QUE A EXISTÊNCIA DO FUNDEPEC-GOIÁS?

Propor subsídios às políticas de desenvolvimento da agricultura
Divulgar e promover campanhas voltadas à profilaxia e ao desenvolvimento técnico da pecuária em auxílio ao órgão de defesa sanitária animal do Estado de Goiás
Defender os interesses gerais e comuns do setor agropecuário em níveis estadual e nacional
Apoiar, com recursos financeiros, os programas e projetos de sanidade animal em desenvolvimento no Estado de Goiás

Viabilizar o aporte de recursos financeiros destinados ao pagamento de indenizações na hipótese de “sacrifício sanitário de animais”, acometidos de doenças infectocontagiosas
Promover cursos, seminários, encontros, congressos e outros eventos destinados ao desenvolvimento da agropecuária como atividade sustentada.